BLOG DAS CIDADES

Espaço de reflexões dos temas urbanos

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I SEMINÁRIO SOBRE - LIMPEZA URBANA, MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE

Postado por Vânia Santos Figueiredo
Vânia Santos Figueiredo
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em Domingo, 06 Maio 2012
em Campina Grande

 

O seminário ocorreu no dia 05 de maio promovido pelo vereador, Antonio Pereira, este seminário foi o primeiro dos 5 que ocorrerão durante o mês de maio e que dará oportunidade da sociedade discutir e encaminhar propostas para o desenvolvimento da cidade de Campina Grande.

Os palestrantes convidados para discutir a temática foram: Dra. Mônica Maria, Vereador Antonio Pereira, secretário Fábio Almeida – SESUMA e os representantes das três cooperativas de catadores da cidade. Inicialmente, foram apresentados números de gastos com a limpeza urbana de CG, pelos políticos presentes, o que mais pareceu um palanque. O que foi observado pela plateia, foi um total despreparo na fala do Sec. de serviços urbanos de CG ao falar sobre a temática proposta pelo seminário.

A professora Mônica Maria, foi quem se destacou, pois entende bem temática, limpeza urbana, meio ambiente e sustentabilidade, pois acompanha e contribui com os catadores, conhecendo de perto a realidade, dos mesmos.

O que mais chamou atenção do público foram as falas dos representantes das cooperativas e a indignação, devidos aos problemas que eles têm enfrentado e da falta de compromisso da prefeitura, que apenas faz promessas de melhores condições de trabalho, mas até agora nem sequer um galpão foi construído em prol dos catadores. Dentre os problemas relatados pelos catadores estão: a ausência da prefeitura com maquinários, despesa com aluguel, água e luz, a falta de carrinhos para que eles possam fazer a coleta, pois todas as despesas são custeadas pelos próprios catadores, que retiram do pouco lucro da reciclagem para pagar as dívidas. A incapacidade dos gestores em se tratar de limpeza pública chega a ser vergonhosa para esta cidade.

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22 de abril - DIA INTERNACIONAL DA TERRA

Postado por Vânia Santos Figueiredo
Vânia Santos Figueiredo
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em Sábado, 21 Abril 2012
em Meio Ambiente

A Carta da Tera

PREÂMBULO

Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro reserva, ao mesmo tempo, grande perigo e grande esperança. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio de uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos nos juntar para gerar uma sociedade sustentável global fundada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade de vida e com as futuras gerações.

TERRA, NOSSO LAR

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Falta de planejamento urbano

Postado por Vânia Santos Figueiredo
Vânia Santos Figueiredo
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em Domingo, 15 Abril 2012
em Campina Grande

 

A cidade de Campina Grande, PB tem 385.276 mil habitantes de acordo com o (IBGE, 2010). É considerada uma cidade média e vem passando por diversos problemas referentes a mobilidade urbana. Pois, no centro da cidade as ruas são estreitas é não comporta mais o fluxo intenso dos carros, principalmente nos horários de maior movimento onde as pessoas se deslocam para o trabalho, escola, universidade e para casa, este fator faz com que as pessoas passem por um alto nível de estresse todos os dias.

No centro da cidade, foi construído um viaduto com a promessa de minimizar o fluxo de carros para deixar o trânsito com maior fluidez, mas na realidade o viaduto só serve de cartão postal, pois sua utilidade é zero de acordo com o que foi proposto inicialmente.

A falta de ciclovias, também é um fator que merece destaque, tendo em vista, que CG, foi favorecida geograficamente por sua geomorfologia e tem grande parte da cidade em área plana. A criação de ciclovias beneficiaria a população de várias formas, com uma maior mobilidade urbana, lazer e qualidade de vida. A ausência de uma política sistemática e planejada com critérios paisagísticos tem trazido sérios problemas. Ainda, a arborização urbana é escassa devido a grande devastação para favorecer a evolução urbana, aliado a isso as ruas estão sendo totalmente asfaltadas e o aumento de números de carros é perceptível, o que aumenta a poluição e em vários locais ocorrem ilhas de calor.

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MOBILIDADE URBANA: Nova lei só pega com participação cidadã

Postado por Diretoria
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em Quinta, 12 Abril 2012
em Mobilidade Urbana

 

Uma das primeiras atitudes da presidenta Dilma Roussef em 2012 foi aprovar da lei 10.587, que estabelece as diretrizes da Política Nacional da Mobilidade Urbana e que entra em vigor nesta quinta-feira, 12 de abril. Entrevistamos Rafael Pereira, técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e co-autor do comunicado A Nova Lei de Diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, para compreender sob quais condições a nova lei poderá alavancar mudanças reais nas condições de mobilidade no Brasil. A tônica de sua resposta: participação popular e fiscalização da sociedade.

O Estatuto da Cidade fez dez anos, mas os resultados ainda são parcos. Não pode ocorrer o mesmo com a nova política de mobilidade urbana?

O grande ganho do Estatuto da Cidade foi fazer a questão urbana voltar à pauta das políticas públicas. O rol de instrumentos previstos pelo Estatuto, incluindo o Plano Diretor, é o meio que o município possui de fazer valer a política urbana no seu município. Um novo padrão de desenvolvimento é de certa forma preconizado pelo Estatuto, e seguido, em razão dos princípios e diretrizes constitucionais, nos planos diretores municipais desenvolvidos. A aderência à realidade é uma crítica constante nos planos diretores realizados, que está diretamente relacionado e condicionado com o processo participativo da elaboração desses planos.

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COMO PEDALAR NO TRÂNSITO

Postado por FRANK BARROSO
FRANK BARROSO
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em Terça, 07 Fevereiro 2012
em Mobilidade Urbana

 

Bicicleta é meio de transporte, além de ferramenta de lazer. Deve respeitar as leis de transito como qualquer cidadão.

Temos a facilidade e liberdade para andar em “qualquer lugar”, mas isso gera retornos. Quando queremos respeito, devemos dar o respeito.

Jamais devemos andar sobre a calçada, andar sem iluminação a noite, sem equipamentos de segurança como capacetes.

Vamos evitar andar na contramão, mas caso seja necessário, como as vezes fazemos, vamos devagar e bem no cantinho, estamos errados, então nada de reclamar dos carros ou pedestres.

Se estiver no sentido dos carros, estamos corretos, mas devemos pedalar no canto da pista, ocupando meia faixa ou no máximo 1 faixa quando for pista com 2 faixas.

Galera, se estiver em grupo, atravessem todos juntos nos cruzamentos, nada de ir metade e outra metade ficar, isso torna perigoso aos 2 grupos, principalmente aos que ja atravessaram. Quando estamos no lado da pista, pedalando em grupo, devemos nos manter próximos uns dos outros, pois a menor brecha que permitimos entre nós e os da frente, faz com que alguém queira cruzar com o carro ou moto entre o grupo para entrar em algum local, e isso pode terminar em acidente.

 

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A Política Nacional de Mobilidade Urbana – Avanços e Decepções

Postado por Elisson Prieto
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em Terça, 07 Fevereiro 2012
em Mobilidade Urbana

A Presidente Dilma Rousseff sancionou no último dia 03 de janeiro, a Lei Federal n. 12.587, que institui no Brasil a Política Nacional de Mobilidade Urbana. É uma lei que busca articular especialmente o sistema de transporte público com os Planos Diretores Municipais, para garantir planejamento e melhorar a mobilidade nas cidades brasileiras, assegurando o direito de ir e vir da população.

A nova lei originou-se do Projeto de Lei n. 694, de 1995, do Deputado Alberto Goldman (PSDB-SP) e tramitou na Câmara dos Deputados até 2010. Em 2011, o Senado Federal aprovou o projeto enviado pela Câmara, sem grandes debates.

Avanços

A nova lei traz definições, princípios e diretrizes gerais que a partir de agora deverão ser observadas em leis, planos e programas de transporte pelas cidades e Estados, entre eles a acessibilidade universal, o desenvolvimento sustentável das cidades e a integração com as políticas habitação, saneamento básico, planejamento e gestão do uso do solo.

 

Outra diretriz importante estabelece é a prioridade dos modos de transportes não motorizados (pedestres e ciclistas) sobre os motorizados (carros, motos, caminhões e ônibus) e dos serviços de transporte público coletivo sobre o transporte individual motorizado.

 

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ENTREVISTA - RAQUEL ROLNIK: As tragédias são frutos das opções políticas

Postado por Diretoria
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em Segunda, 30 Janeiro 2012
em Reforma Urbana

A urbanista e relatora especial da ONU para o direito à moradia adequada Raquel Rolnik fala sobre a crise do modelo de desenvolvimento das cidades, representadas pelas indundações e desabamentos do fim de 2009. Ela também analisa a necessidade da reforma urbana e aponta os erros da opção rodoviarista no país.

Por Carlos Rizzo, Glauco Faria e Renato Rovai

 Fórum – Tendo em vista os últimos acontecimentos, com tragédias como a da Ilha Grande, desabamentos na Serra do Mar, enchentes e alagamentos em várias cidades, como poderíamos relacionar esses casos com a falta de planejamento urbano no Brasil?

Raquel Rolnik – O que estamos vivendo hoje nas cidades brasileiras é um indicador da crise do modelo de 

desenvolvimento urbano no Brasil, do modelo de ocupação do território, e não acho que seja uma crise passageira. Diante de eventos extremos como uma grande quantidade de chuva concentrada numa determinada época isso aparece claramente. E essas chuvas não são absolutamente incomuns. Claro que este ano isso foi mais exacerbado, mas dentro de uma situação que já acontece e daí surgem os efeitos da vulnerabilidade desse modelo, que levou a um duplo colapso: um colapso da mobilidade, não apenas na cidade de São Paulo e na região metropolitana, que talvez sejam a face mais aguda da questão, mas também em muitas outras cidades brasileiras. E, de outro lado, as perdas de vidas humanas e prejuízos econômicos que foram decorrentes dos deslizamentos e das inundações.

 

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